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Mapa divulgado pelo Dnit para explicar a obra
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Os usuários da BR-116 já encontraram desvios, nessa quarta-feira, na altura do viaduto da Petrobrás, em frente à Refap, no km 260, entre Canoas e Esteio. As obras de substituição do viaduto terão início às 22h de sexta-feira, mas o trânsito sob a passagem já foi interrompido para que os guindastes sejam instalados. O Departamento Nacional de Infra-estrutura e Trânsito (Dnit) prevê que o trabalho esteja encerrado até segunda-feira (2), desde que o tempo ajude.
Confira os desvios
O percurso vai ser desviado pela avenida Guilherme Schell, no sentido Interior-Capital, e pela rua lateral da BR-116, no sentido Capital-Interior. O Dnit sugere aos motoristas que evitem o trajeto durante o período de obras. O deslocamento entre a Capital e as cidades da região Metropolitana pode ser realizado por rotas alternativas, como a RS-020 e RS-118.
Entenda a operação
Pela primeira vez desde que foi construída, a BR-116 vai ser totalmente bloqueada, a partir das 22h de sexta-feira. Até as 6h da manhã de segunda-feira, o Dnit vai substituir o viaduto da Petrobras, erguido na década de 60. A técnica de engenharia empregada na substituição é inédita no Estado. Com um investimento de R$ 6,8 milhões, a tecnologia americana vai envolver uma equipe de 50 trabalhadores. “Um guindaste de 500 toneladas vai transportar, através da BR-116, quatro módulos de 11x15 m, e 60 toneladas cada. A desmontagem (demolição) do viaduto acontece sem o uso de explosivos”, explica o engenheiro Mauro Oliveira, da M. Martins - empresa contratada pelo Dnit para executar a obra em 48 horas. O Dnit descartou a técnica convencional de engenharia para não correr o risco de interromper o tráfego na rodovia por cerca de seis meses, esclareceu o superintendente do órgão, Vladimir Casa.
Meta é tornar o viaduto mais seguro
O atual viaduto não dispõe de acostamento. Com a substituição, os usuários ganham maior segurança. Entre as características da nova obra de arte incluem o acostamento interno, duas pistas de tráfego de 3,6m, acostamento externo de 2,5m e barreira lateral de proteção. A carga móvel em pontes rodoviárias prevista na época de construção do viaduto (1960 a 1984) era de 24 toneladas. Com o novo viaduto, o limite sobe para 45 toneladas.
Fonte: Rádio Guaíba